Em Audiência Pública, Nova Central se Posiciona Contra Reformas

A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) realizou nesta quinta-feira (4/2), audiência pública interativa sobre “O mundo do trabalho: desemprego, aposentadoria e discriminação”, com foco nas reformas previdenciária, trabalhista e econômica, anunciadas pelo Governo Federal no Congresso Nacional na abertura do ano legislativo.

Em sua intervenção, José Calixto Ramos, presidente Nacional da Nova Central apresentou alguns dados e índices em relação à realidade enfrentada no Brasil nos dias de hoje e entregou o documento para o senador Paulo Paim PT/RS com o posicionamento contrário da entidade à reforma da Previdência Social.

Sobre o desemprego, disse que o Brasil não aproveitou o seu período de crescimento para incrementar medidas que inibissem concretamente a ocorrência de expressivo número de desligamentos, caracterizando o fenômeno da intensa rotatividade no mercado de trabalho.

“Agora, em tempos de crise o prejuízo para classe trabalhador é ainda mais preocupante que sofre com alarmantes índices de desemprego. Pois segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, a taxa de desemprego apurada nas seis principais regiões metropolitanas do Brasil ficou em 6,8% na média de 2015, contra 4,8% no ano anterior. A taxa é a maior desde 2009, quando ficou em 8,1%”, afirmou.

Sr. Calixto alertou que para agravar a situação, o Poder Público toma medidas que incentivam o aumento do desemprego, prejudica sobremaneira os trabalhadores brasileiros, como foi o caso da edição da Medida Provisória n. 665/2015, a qual foi convertida na Lei n. 13.134/2015.

“Mediante a relevância das entidades sindicais nas construções das relações de trabalho e na defesa dos interesses do trabalhador, não há que se admitir, elaboração de quaisquer propostas legislativas e/ou atos normativos que venham a impactar direta ou indiretamente nas relações de trabalho sem a oitiva do movimento sindical, para que a reforma não cause uma retirada de conquistas dos trabalhadores (as). Para nós isso é inaceitável! ”, garantiu Sr. Calixto.

Entre os convidados, além da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) estiveram presente a a Confederação dos Servidores Públicos do Brasil (CSPB) representantes dos juízes do Trabalho, do Ministério Público do Trabalho, das centrais sindicais e dos servidores públicos. Ao encerrar a audiência da CDH, Paulo Paim disse que não aceitará as reformas trabalhistas e previdenciárias. - See more at: http://www.ncst.org.br/subpage.php?id=19140#04#02#2016_em-audi-ncia-p-blica-nova-central-se-posiciona-contra-as-reformas#destaques
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